Pomba Mundo World Dove Logo - Independent Lodge of Theosophists | Loja Independente de Teosofistas
 
Alguns Motivos Para Fazer Agora o
Que Não Precisa Ser Deixado Para Depois
 
 
Augusto de Lima
 
 
Relógio digital, representando a passagem do tempo e da existência humana no poema Nunca de Augusto de Lima.
 
 
 
 
Nota Editorial:
 
O poema a seguir alerta para o fato
de que uma longa vida pode passar
em vão, para quem não tem prioridades
claras ou não aproveita as oportunidades
que estão diante de si a cada momento.
 
O alicerce do otimismo filosófico está em
olhar com rigor para a existência humana.
 
Assim como a vida, os poemas de Augusto
de Lima (1859-1934) exigem uma leitura lenta e
reflexiva e uma atenção completa a cada palavra.
 
(Carlos Cardoso Aveline)
 
 
 
 
                                                               A Rodolpho Paixão.
 
 
“É cedo!” – ao homem uma voz responde,
quando, recém-nascido, o olhar aberto
pela primeira vez, levanta incerto,
interrogando o fado que se esconde.
 
“É cedo ainda.” Do zênite já perto
o espírito, por mais que inquira a sonde,
a mesma voz, que vem não sabe de onde,
repete o cruel dístico encoberto.
 
Fitando o ocaso, afaga uma esperança.
“Espera”, diz-lhe a voz, e não se cansa
de esperar que do ocaso venha a aurora.
 
E a noite vem. No vítreo olhar silente,
morto, ainda interroga avidamente….
– Porém, responde a voz: “É tarde agora!”
 
 
O poema acima é reproduzido do volume “Poesias”, de Augusto de Lima, Editora H. Garnier, Rio de Janeiro / Paris, 1909, 300 pp., ver p. 221. A ortografia foi atualizada.
 
Sobre a relação direta entre contentamento, rigor e severidade,  leia o texto “O Otimismo e a Filosofia Esotérica”, de C. C. Aveline. O subtítulo é “A Teosofia Original Ensina a Confiar no Futuro”. O artigo está disponível em nossos websites associados.
 
 
Sobre o mistério do despertar individual para a sabedoria do universo, leia a edição luso-brasileira de “Luz no Caminho”, de M. C.
 
Capa do livro Luz no Caminho de MC, com tradução, notas e prólogo de Carlos Cardoso Aveline.
 
Com tradução, prólogo e notas de Carlos Cardoso Aveline, a obra tem sete capítulos, 85 páginas, e foi publicada em 2014 por “The Aquarian Theosophist”.
 

Subscreva para receber as novidades no seu email:

Ao subscrever, aceita a nossa Política de Privacidade.


Selecione os idiomas das publicações que deseja acompanhar: